Presidente sobre Mundial do Verdão: ‘Quem conhece futebol não contesta’

O Palmeiras ostenta uma estrela vermelha em sua camisa, acima do símbolo, como marca de um título contestado pelos rivais, mas inquestionável para o clube. O presidente Maurício Galiotte reforçou que a conquista da Copa Rio em 1951 vale como Mundial e afirmou que basta conhecer futebol para concordar.



– O primeiro título mundial de todos os times do Brasil é do Palmeiras e é o título de 1951. Contestado por alguns, mas para quem conhece a história e o futebol não tem contestação. O que importa para nós, palmeirenses, é que o Palmeiras é campeão do mundo. Nós valorizamos os nossos ídolos, nós valorizamos a nossa história, nós colocamos a estrela na nossa camisa e o mais importante disso é que a gente sabe o que ocorreu, como ocorreu, o valor daquele título. O que importa é o que o palmeirense pensa e considera. E nós consideramos 1951 um título mundial – disse o mandatário, em entrevista que será exibida às 22h deste sábado pelo SporTV.

Durante a conversa, o dirigente também falou sobre a negociação com a Globo a respeito dos direitos de transmissão das partidas do clube no Campeonato Brasileiro. O Verdão chegou a ter jogos fora da televisão até chegar a acordo com o grupo carioca no fim de maio, para estar na TV aberta e no pay per view.



– Essa negociação foi além do Palmeiras, foi uma negociação do Esporte. Foi muito respeitosa, muito justa em tudo o que argumentávamos – afirmou Galiotte, ressaltando também sua independência para exercer suas funções, independentemente do patrocínio de Crefisa e Faculdade das Américas.



– O Palmeiras é hoje um time realmente muito equilibrado. Nós achamos um nível muito satisfatório, com fontes de receitas diversificadas. O que eu posso te dizer é que eu assino absolutamente tudo o que surge no Palmeiras em termos de contratação, contas a pagar, entre outros investimentos, tudo cai na minha mesa. Obviamente o apoio da Crefisa é muito importante. O apoio da Leila Pereira e do Zé Roberto Lamacchia é fundamental – declarou, explicando ainda o termo “Paulistinha” adotado por ele ao definir o Estadual depois da derrota para o Corinthians, na final do ano passado.



– Naquele momento, o que eu tentei passar para o torcedor é que os nossos projetos são muito maiores do que aquele campeonato. O que eu disse naquele momento é porque diminuíram, na minha opinião, o tamanho do campeonato, devido ao que ocorreu. Não tenho nenhuma dúvida de que houve interferência externa. É um assunto que morreu para o Palmeiras porque é pequeno. Ficou para trás – assegurou, elogiando o técnico Luiz Felipe Scolari.



– A gente teve mais sucesso na administração do vestiário, na administração de pessoas com a chegada do Felipão do que com os demais técnicos. O Felipão tem um currículo vencedor, campeão do mundo, campeão brasileiro, campeão da Libertadores, campeão da Copa do Brasil, o maior técnico brasileiro campeão dos últimos dez anos. Então, ele é um técnico diferente. Obviamente, ele tem a liderança que nós precisávamos.

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